Parece que se trata de um aspecto que já esteve mais longe cá de casa.
Daqui a uns meses, seremos três a comer todas as refeições cá em casa, muito diferente de sermos dois, por vezes em dieta, ou a comer porcarias e produtos processados constantemente.
Hoje fiz sopa, não fiz um bolo por solidariedade com a dieta do marido, fiz o meu almoço para terça-feira e decidi outras refeições a fazer durante esta semana, com o que me resta no frigorífico e no congelador.
Tenho bacalhau cozido que sobrou do jantar de ontem que dá para fazer pataniscas para o jantar de amanhã, com a arroz de tomate e douradinhos.
Há espigos de couve para ele almoçar na terça.
Tenho duas postas de pescada, uma que posso fazer de cebolada e outra para fazer uma massa de peixe, com delícias do mar.
Tenho peitos de frango para fazer com cogumelos que me sobram hoje e natas.
Há ainda também bacalhau que posso fazer talvez com broa.
Tenho pato, que posso fazer em arroz de pato, para mim, porque ele já disse que não quer.
Por outro lado, todos os dias leio a escrita da Joana Roque e, tal como ela, também em vou ter um bébé em breve e tenho pensado na possibilidade de fazer ou não refeições ou bases de refeição para congelar, para ter, depois de sair do hospital.
Se chegar a concretizar alguma coisa, logo conto.
NESTE BLOG ESCREVE-SE SOBRE VÁRIOS ASSUNTOS: VIDA DE CASADA, TRABALHO, PREOCUPAÇÕES, POLÍTICA, ESTADOS DE ALMA, RECEITAS, DICAS DE POUPANÇA, TENDO EM CONTA O MOMENTO EM QUE VIVEMOS...
domingo, 7 de janeiro de 2018
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