quarta-feira, 24 de abril de 2013

Há receitas que me recuso a fazer:

- receitas com farinha maisena (é muito cara)
- receitas com folha de gelatina (recuso-me mesmo, não sei usar nem quero)
- receitas só com claras ou só com gemas, sobretudo se forem muitas (acho um desperdício)

Que inveja das vizinhas

Aquilo sim, é um escritório de geito!
O que eu gostava de trabalhar lá hoje!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

MAIS UMA VERGONHA DO NOSSO PAÍS!!!


O meu avô, utente do Serviço Nacional de Saúde, nº 497117937, sofre de demência e princípio de alzheimer.
Seguido, desde há anos, pelo mesmo médico de família, é igualmente seguido há cerca de dois anos, pelo serviço de neurologia do Hospital de Évora.
Na sua terapêutica, existe um medicamento de toma diária e qual eu sei que lhe é essencial.
Desde que o meu avó é seguido pelo serviço de neurologia que teve uma primeira consulta de telemedicina com um médico do referido hospital, o qual entretanto se reformou.
O medicamento em questão apenas pode ser passado por um neurologista. Até há algum tempo, a receita do medicamento era solicitada no Centro de Saúde local e chegava a casa pelo correio, vinda do Hospital de Évora, passada por esse neurologista.
Após a reforma do médico que fez a consulta de telemedicina, este foi substituído por uma médica.
As receitas continuaram a ser pedidas, passadas por essa médica, vieram apenas de uma vez, depois, deixaram de chegar, apesar dos constantes pedidos, por não se perceber o que se passava.
Cheguei ao ponto em que me encontro agora: sem receitas; mas consegui que a farmácia dispensasse o medicamento, uma vez que sou cliente frequente e tenho um cartão onde estão registados todos os medicamentos que me são vendidos.
Esperei pela a receita que nunca mais chegava.
Dirigi-me ao Centro de Saúde que me aconselhou a ligar para o serviço de neurologia do Hospital de Évora, finalmente alguma explicação:
- A Drª não passa receita sem ver o doente.
- Ok, disse eu, e onde está o pedido para consultar o doente?!
1ª falha, recusar-se a passar receita de um medicamento ESSENCIAL.
2ª falha, querer consultar os doentes mas não os informar.
Por fim, percebi que a Drª terminou o contrato com o hospital e que todo o distrito de Évora se encontra sem neurologista e sem receitas de medicamentos necessários diariamente.
Eu e os familiares de tantos doente do distrito solicitamos um neurologista o mais breve possivel mas não a mesma médica que lá esteve até então, pois o seu trabalho deixou bastante a desejar, não por não passar as receitas mas por não solicitar aos doentes a sua intensão.
Entretanto, tenho tido sorte, a farmácia continua a dispensar-me o medicamento que o meu avô precisa todos os dias.
Mas se não me vendessem? O meu avô sofria diariamente as consequências?
Por fim, reparem, nem sequer estou a falar do dinheiro que os meus avós estão a perder.
Alguém que faça alguma coisa para resolver esta situação, de preferência, amanhã!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

a partir de hoje, muito trabalho há para fazer

Hoje tive o gosto de apresentar as candidatas à AM e à CM pela CDU.
A partir de hoje e até Setembro, teremos muito trabalho pela a frente!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ser feliz no amor e no trabalho

Já aqui falei muitas vezes que o meu trabalho se não é o melhor do mundo, anda lá perto.
No entanto, tenho aqui falado pouco do amor.

É comum perguntarem-me:
- Então a vida de casada, é boa?
Respondo sempre que sim e com um sorriso.
Então lá poderia não ser?
Se casei com o rapaz com quem quis casar ao 1º mês de namoro, porque não poderia ser boa a vida de casada?!

A vida de casada implica uma liberdade diferente, digamos assim, de quando vivemos com os pais.
Somos nós, depois de casar, que começamos a mandar em nós, apesar das decisões serem conjuntas, tudo muda, tudo se torna ao nosso jeito.

A vida cá em casa é moderna e repartida, afinal somos feitos da mesma matéria, os deveres são iguais.
Como costuma dizer uma pessoa minha amiga: tu não digas a muita gente que o teu marido faz tudo em casa. É verdade, ele só não passa a ferro, o meu marido!

Isto é uma pequena mostra de como sou feliz no amor e no trabalho.
Há só uma coisa: ele tem sempre razão, casei com um inteligente, isso tem vantagens e desvantagens.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Gatos

Não tenho uma perdição especial por animais.
Não tenho uma perdição especial por gatos.

Mas admito que tenho pena de não ter um gato...

Gostava de ter um gato.
Gostava de chegar a casa e que ele se enroscasse nas minhas pernas.
Eu já vivi com um gato, nos tempos de estudante, o Sancho..

Não posso ter um gato, o homem cá de casa é alérgico e já comprovei isso ao vivo e a cores!

Repetições

O tempo passa a correr, as rotinas repetem-se rápido demais. Já aqui disse várias vezes que o tempo voa mas, as redes sociais não são isso...