Por questões de saúde, vou deixar de poder comer laranjas e seus derivados: o ácido faz-me mal ao estômago.
Logo laranjas que tenho sempre em grande quantidade.
Vou ter, definitivamente de procurar alternativas.
Bananas, também não devo comer porque não ajudam ao funcionamento do intestino.
Pêras, já ando um bocado enjoada.
Maçãs, não me dizem nada.
Talvez uvas e ananás, mas também tenho um pouco de medo, por causa do açúcar.
Em suma, fruta, um doce que nos faz falta para os intervalos das refeições.
NESTE BLOG ESCREVE-SE SOBRE VÁRIOS ASSUNTOS: VIDA DE CASADA, TRABALHO, PREOCUPAÇÕES, POLÍTICA, ESTADOS DE ALMA, RECEITAS, DICAS DE POUPANÇA, TENDO EM CONTA O MOMENTO EM QUE VIVEMOS...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Sorte
Ontem, saí de casa, por duas horas, depois de jantar.
Não levei telemóveis.
Quando cheguei a casa, pelas 23h, tinha, num dos telemóveis uma sms com um convite para jantar hoje e noutro telemóvel, uma sms com convite para almoçar no domingo.
Vamos lá esquecer a dieta.
Não levei telemóveis.
Quando cheguei a casa, pelas 23h, tinha, num dos telemóveis uma sms com um convite para jantar hoje e noutro telemóvel, uma sms com convite para almoçar no domingo.
Vamos lá esquecer a dieta.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Um bom texto:
"NÃO COZINHAS, NÃO LIMPAS O PÓ, NÃO SABES USAR UM BERBEQUIM. PARA QUE SERVES TU?
¬ E uma camisa, és capaz de passar?
¬ Acho que sim. Não há de ser muito difícil.
¬ Por acaso é. É das coisas mais difíceis de passar a ferro, uma camisa. Mas pronto, achas que és capaz?
¬ Se é das coisas mais difíceis, por que é que me pedes para passar precisamente a camisa?
¬ Eu não te estou a pedir. Estou a perguntar se és capaz. Calculo que não, mas pergunto à mesma.
¬ Isto parece conversa de malucos.
¬ Eu é que estou a dar em maluca ao ver a quantidade de coisas que tu não sabes fazer. Comecei pelas simples. Já vi que não sabes. Pode ser que sejas bom nas complicadas.
¬ Já te disse que não sei passar a ferro.
¬ Não. Tu disseste que não sabes passar T-shirts nem calças. E quando te perguntei se nunca tinhas aprendido, ficaste ofendido. Ora, as calças de ganga devem ser a coisa mais simples de passar a ferro. Mas fácil do que isso, só se for um lençol. Mas tu, nem isso.
¬ Lembra-me por que é que estamos a ter esta conversa.
¬ Porque namoramos há quatro meses, tu tens mais de 40 anos, já foste casado e eu nunca te vi a mexer uma palha em casa. E agora achei que era boa ideia esclarecer o assunto.
¬ Porquê agora?
¬ Porque ontem voltaste a falar em vivermos juntos.
¬ O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
¬ Deves estar a brincar. Gosto muito de ti, mas achas que vou meter em minha casa uma pessoa que não sabe cozinhar? Que não passa a ferro, não limpa o pó…
¬ Mas tu queres um namorado ou uma empregada?
¬ Eu quero uma pessoa com quem possa partilhar tarefas. Também quero partilhar a vida, a cama, as refeições, rebeubéu, pardais ao ninho. Isso é tudo muito bonito. Mas tem de ser alguém que se mexa.
¬ Já sabias que não sou muito prendado nas lides da casa.
¬ Eu já sabia que és um menino e que nunca fizeste nada em casa porque a tua mãe, as tuas irmãs e a vossa empregada faziam tudo. Tu e o teu pai eram uns lordes. Mas não sabia que tu nem sequer sabes estrelar um ovo. Pensei que não gostasses muito. Mas na verdade não sabes.
¬ Nunca precisei. E vais ficar chateada comigo por causa disso?
¬ Chateada? Eu?! Não. Vou é pensar trinta vezes antes de me meter na aventura de viver contigo. Tu é que estás habituado a criadas, não sou eu.
¬ Não sei passar camisas, mas sei fazer outras coisas.
¬ Ah sim? Então quais, ó senhor homem? Estás a falar de bricolage? O que é que tu sabes fazer? Sabes mudar uma torneira?
¬ Não, isso não. Para isso chamo um canalizador.
¬ E usar um berbequim? E fazer uma puxada de luz e montar uma tomada? E tapar uns buracos na parede para a pintar? Sabes? Se me vais dizer que és um artista a mudar lâmpadas, eu vou-me rir. Porque isso faço eu. Isso e as outras coisas todas. E também escusas de dizer que sabes aparar a relva porque eu não tenho quintal.
¬ Sei tratar do carro. Sabes fazer isso?
¬ Tratar de um carro? Correias de distribuição, folgas nos foles, ignição, discos de travão…? Isso não conta para o currículo de casa. Para isso vou a um mecânico.
¬ Estás mesmo a ponderar o nosso futuro em função do que eu faço em casa?
¬ Estou. E se outras mulheres fizessem o que eu estou a fazer, poupavam muitos dissabores. Para tua informação, sintonizar os canais da televisão e garantir que está tudo bem com o wi-fi não é grande ajuda hoje em dia.
¬ Se calhar devias queixar-te à minha mãe.
¬ Eu? Tu é que devias. E agradecer-lhe pela educação que não te deu. Ao menos sabes ir às compras? Escolher fruta. Comparar preços? Ver a melhor carne?
¬ Não.
¬ Então, além do sexo e de perceberes de música e de cinema, tu serves para quê, ao certo…?"
[Publicado originalmente na edição da Noticias Magazine de 25 de janeiro de 2014]
¬ E uma camisa, és capaz de passar?
¬ Acho que sim. Não há de ser muito difícil.
¬ Por acaso é. É das coisas mais difíceis de passar a ferro, uma camisa. Mas pronto, achas que és capaz?
¬ Se é das coisas mais difíceis, por que é que me pedes para passar precisamente a camisa?
¬ Eu não te estou a pedir. Estou a perguntar se és capaz. Calculo que não, mas pergunto à mesma.
¬ Isto parece conversa de malucos.
¬ Eu é que estou a dar em maluca ao ver a quantidade de coisas que tu não sabes fazer. Comecei pelas simples. Já vi que não sabes. Pode ser que sejas bom nas complicadas.
¬ Já te disse que não sei passar a ferro.
¬ Não. Tu disseste que não sabes passar T-shirts nem calças. E quando te perguntei se nunca tinhas aprendido, ficaste ofendido. Ora, as calças de ganga devem ser a coisa mais simples de passar a ferro. Mas fácil do que isso, só se for um lençol. Mas tu, nem isso.
¬ Lembra-me por que é que estamos a ter esta conversa.
¬ Porque namoramos há quatro meses, tu tens mais de 40 anos, já foste casado e eu nunca te vi a mexer uma palha em casa. E agora achei que era boa ideia esclarecer o assunto.
¬ Porquê agora?
¬ Porque ontem voltaste a falar em vivermos juntos.
¬ O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
¬ Deves estar a brincar. Gosto muito de ti, mas achas que vou meter em minha casa uma pessoa que não sabe cozinhar? Que não passa a ferro, não limpa o pó…
¬ Mas tu queres um namorado ou uma empregada?
¬ Eu quero uma pessoa com quem possa partilhar tarefas. Também quero partilhar a vida, a cama, as refeições, rebeubéu, pardais ao ninho. Isso é tudo muito bonito. Mas tem de ser alguém que se mexa.
¬ Já sabias que não sou muito prendado nas lides da casa.
¬ Eu já sabia que és um menino e que nunca fizeste nada em casa porque a tua mãe, as tuas irmãs e a vossa empregada faziam tudo. Tu e o teu pai eram uns lordes. Mas não sabia que tu nem sequer sabes estrelar um ovo. Pensei que não gostasses muito. Mas na verdade não sabes.
¬ Nunca precisei. E vais ficar chateada comigo por causa disso?
¬ Chateada? Eu?! Não. Vou é pensar trinta vezes antes de me meter na aventura de viver contigo. Tu é que estás habituado a criadas, não sou eu.
¬ Não sei passar camisas, mas sei fazer outras coisas.
¬ Ah sim? Então quais, ó senhor homem? Estás a falar de bricolage? O que é que tu sabes fazer? Sabes mudar uma torneira?
¬ Não, isso não. Para isso chamo um canalizador.
¬ E usar um berbequim? E fazer uma puxada de luz e montar uma tomada? E tapar uns buracos na parede para a pintar? Sabes? Se me vais dizer que és um artista a mudar lâmpadas, eu vou-me rir. Porque isso faço eu. Isso e as outras coisas todas. E também escusas de dizer que sabes aparar a relva porque eu não tenho quintal.
¬ Sei tratar do carro. Sabes fazer isso?
¬ Tratar de um carro? Correias de distribuição, folgas nos foles, ignição, discos de travão…? Isso não conta para o currículo de casa. Para isso vou a um mecânico.
¬ Estás mesmo a ponderar o nosso futuro em função do que eu faço em casa?
¬ Estou. E se outras mulheres fizessem o que eu estou a fazer, poupavam muitos dissabores. Para tua informação, sintonizar os canais da televisão e garantir que está tudo bem com o wi-fi não é grande ajuda hoje em dia.
¬ Se calhar devias queixar-te à minha mãe.
¬ Eu? Tu é que devias. E agradecer-lhe pela educação que não te deu. Ao menos sabes ir às compras? Escolher fruta. Comparar preços? Ver a melhor carne?
¬ Não.
¬ Então, além do sexo e de perceberes de música e de cinema, tu serves para quê, ao certo…?"
[Publicado originalmente na edição da Noticias Magazine de 25 de janeiro de 2014]
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
DESARRUMAÇÃO
A nossa casa é um constante caos.
Ora porque há aplicações a colocar na parede.
Ora porque há buracos a fazer.
Ora porque há um tubo que rebenta.
Ora porque trazemos "coisas velhas" porque irão servir para alguma coisa.
Ora porque estamos a mudar um móvel de cor e de sítio e de função.
Ora porque vendemos mais um móvel e ainda não comprámos outro para meter o que o vendido continha.
Esta não é uma foto da nossa casa, obviamente, mas é algo do género, neste momento.
Haja paciência.
Dieta, parte três mil
Pois é, quando me sinto mais cheinha e me peso, lá vem dieta.
E assim foi há umas semanas.
Deixei de comer porcarias, muita fruta, comer várias vezes ao dia e pouco, caminhar, fazer os intestinos trabalhar, etc, etc.
Pois bem, cerca de 2 kilos já lá vão.
Toca a perder mais!
E assim foi há umas semanas.
Deixei de comer porcarias, muita fruta, comer várias vezes ao dia e pouco, caminhar, fazer os intestinos trabalhar, etc, etc.
Pois bem, cerca de 2 kilos já lá vão.
Toca a perder mais!
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