segunda-feira, 16 de abril de 2018

Como foi tudo? III

Pois bem, como devem imaginar, não dormimos, nem uma nem outra conseguiu dormir.
Entre choros, mamadas e mudanças de fralda, o dia nasceu, mais cinzento do que o dia em que a Maria nasceu; e nasceu muito cedo porque ninguém fechou a persiana do quarto (se vocês não fecharem, ninguém fecha, as auxiliares só abrem, às 8h).
Como nos foi aconselhado, sim, o banho deveria ser às 7h30m mas, eu nunca segui esse conselho.
É mesmo assim, às 8h, as auxiliares abrem janelas, um pouco mais tarde, trazem o pequeno almoço, depois passa também o médico para nos observar.
O que observaram no segundo dia: o corrimento, o golpe/corte/cicatriz, como quiserem chamar, as maminhas e os olhos.
As enfermeiras só vos fazem o penso, depois de tomarem banho!! (fazer o penso é mesmo isso, tirar um penso e meter outro, tão simples quanto isto).
Ainda cedo, as auxiliares trazem os alguidares rectangulares para os bebés tomarem banho.
Passa também o pediatra. No segundo dia, a Maria foi medida pelo pediatra e deve ter sido sujeita a outras avaliações mas eu não vi. No terceiro dia, fez o teste aos ouvidos (este teste tem de ser feito com o bebé a dormir), depois foi feita uma ligação no pé dela para se perceber uma questão relacionada com o coração (não me explicaram muito bem) e observaram também a retina. No dia da alta, o pediatra fez os exames necessários no quarto e não no gabinete de pediatria.
No passar do dia, quando damos por nós, vem o almoço e ainda não tomámos banho e é hora da visita e ainda não tomámos banho, pois, é mesmo verdade, será só o treino para quando chegarem a casa, ainda vai ser pior este descontrolo horário!!!
E os dias no hospital correm muito rápido, quando damos por isso, estamos de regresso a casa e já não somos a mesma pessoa que éramos quando saímos de casa pela última vez de casa, nem física nem psicologicamente. Quem já foi mãe sabe bem o que quero dizer e quem está quase a ser, está quase a perceber.


Não se assustem porque um bebé:
- não abre imediatamente os olhos (a Maria abriu por volta das 16h, pela primeira vez)
- espirra (a Maria espirrou muito no primeiro dia)
- tem soluços
- começa a ter pele a cair ao fim de alguns dias
- tem um umbigo, ou melhor cordão, nojento e ainda irá ficar pior, de cor escura, mas não demora muito a cair e não lhes doi
- chora e não traz livro de instruções e vocês vão fazer tudo para perceber o motivo do choro e tentar acabar com ele: perceber se é fome, mudar fralda, ver se perdeu a chucha, ver se tem frio/calor, dar uma gota docinha na chupeta, passar o bébé para a nossa cama (incrível como dizem e parece que é verdade que a cama deles tem "picos", uma vez que, na nossa cama, os choros acabam e os bebés adormecem imediatamente, tenho a certeza que se explica pela proximidade à mãe).

sábado, 14 de abril de 2018

Conselhos muito gerais para quem vai ter um bébe

- o volume do caixote do lixo vai duplicar ou mesmo triplicar com a quantidade de fraldas sujas, se costumam usar sacos "de compra", abasteçam-se.
- se o papá faz tudo em casa, tentem aliviá-lo de uma tarefa que pode e deve ser a de cozinhar, peçam comida às visitas.
- façam a cama/berço do bébe antes de irem para o hospital. Ninguém me disse mas acabei por ler que não deve ter os lençois até acima mas só até cobrir o bébe, ou seja, para o bebe não ir para baixo e correr o risco de sufocar.
- levem para a maternidade amostras da purelan ou comprem uma embalagem e levem, porque, sim, as maminhas começam a necessitar logo nos primeiros dias.
- não esquecer, ao comprar sutiens de amamentação, estes devem ser pelo menos um número acima.
- devemos habituar as visitas a AVISAR antes de irem, por todos os motivos e mais alguns e, caso haja, porque há sempre, pessoas que achem muito estranho, os pais do bébe é que sabem.
- não guardem logo a roupa de grávida, porque para quem fizer cesariana como eu, ao tirar os pontos, ainda fiquei com um penso que só tirei do dia seguinte e, uma vez sem nada, vão querer vestir algo que não bata na costura, usei um vestido, que ficava abaixo e uns collants que ficavam acima mas, depois é uma questão de tempo.
- observem bem as roupas que vão vestir aos vossos bébes, no hospital. Eu passei a primeira noite, cada vez que mudava a fralda, a despir completamente o babygrow à Maria, no entanto, só precisava de ter despido a parte das pernas.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Eu e a cozinha, a cozinha e eu

O meu marido passa o tempo a dizer que eu, na cozinha, arrisco zero.
É verdade, detesto receitas com ingredientes fora do comum e nunca arrisco experimentar receitas diferentes, como por exemplo as arrufadas de batata doce da Joana Roque ou a “Pizza” de Brócolos com Mozarella e Salame  do mesmo blog, mesmo que tenham ingredientes convencionais. Arrufadas são arrufadas e pizza é pizza...
Por isso é que receitas novas cá em casa, são raras, só mesmo as que ele faz porque, da minha parte não existem mesmo.
Sou mesmo muito convencional no que toca a cozinhar mas também a comer, não como assim uma coisa "diferente" às boas nem muito facilmente.

terça-feira, 10 de abril de 2018

A lista, o que levei, o que não usei e o que me fez falta

Começo por referir o que não levei e me fez falta.
Para a Maria não levei escova do cabelo e a rapariga esteve sempre despenteada.
Para mim, meti na cabeça que deveria haver um gel de banho espectacular à minha disposição e não levei, tive de pedir ao marido que me levasse. 
Mas, falando de gel de banho, digo já que se vão a idealizar tomar um bom banho no hospital desenganem-se, a não ser que a minha casa de banho seja a pior (o meu quarto era o L). Pensem comigo: fiz uma cesariana, nem podia nem conseguia dobrar-me, não existe qualquer estante/prateleira para colocar o champô e o gel de banho, só resta colocar no chão do polibam...Por outro lado, o chuveiro não tinha pressão...Resultado?!? Tomei sempre banho de gato. Não havia mesmo condições.

Lista da maternidade - HESE (consta no documento que a Enfermeira Natália forneceu na PPP)
- livro de grávida - como já referi é dos documentos que nos pedem na entrada
- todos os exames efectuados durante a gravidez - levei tudo mas só pediram as últimas análises
- documentos pessoais - o CC fez falta para registar a Maria
- 3 ou 4 camisas de dormir ou pijamas - bem, eu não tinha nem camisas de dormir nem pijamas abertos à frente e, bem vistas as coisas, só foram precisos dois para mim que fiquei 3 noites, imaginem para quem fica 2. No primeiro dia, depois de despirmos a bata azul, vestem-nos uma camisa do hospital, pode não ser a melhor roupa mas, com a quantidade de corrimento que temos, é preferível sujar aquela do que uma roupa nossa. Na terça e na quarta, usei calças de pijama e uma camisa (mesmo camisa) em cada dia, não comprei pijamas de propósito. No último dia, vesti roupa de sair.
- chinelos - levei e usei os dois pares
- duas ou três cuecas de algodão - não usei
- cuecas descartáveis - levei, usei e gostei. Não sabia bem como seriam mas são cuecas quase como as normais, um pouco maiores, mas que depois se podem deitar fora. Se se adaptarem, é menos roupa para lavar.
- 3 sacos para a roupa suja - levei e fui mandando a roupa a suja para a casa, todos os dias, assim, no último dia, já só tinha uma mala em vez de duas e acreditem, foi o melhor que fiz porque, se não devemos fazer esforços e fazer o pai, a levar as malas e o ovo, não é fácil!!!
- cinta - pois bem, só tive a minha na quarta feira e se a tivesse tido na terça, tinha começado a usar, falhei neste ponto.
- soutiens - outra questão importante, como já disse, não se esqueçam que ao comprar de amamentação deve ser um ou dois tamanhos acima. Só tive os meus na quarta. Houve uma colega da PPP que me confessou que andou um dia sem cuecas, sim, eu andei dois sem soutiens, porque os meus não me serviam...
- discos protectores - não  levei mas não senti falta
- toalhas de banho - não levei e não me fizeram falta 
- pensos higiénicos - levei muitos mas nos primeiros dias convém usar mesmo os do hospital, depois vão perceber, e eu fiz cesariana, dizem que quem faz parto normal, tem mais corrimento.
- mala de toilette - só me esqueci mesmo do gel de banho, em relação às toalhas de higiene perineal, há toalhas fornecidas pelo hospital, levei minhas e não usei.


Em relação às coisas para o bebé:
A Maria usou gorro e casaco apenas nas primeiras horas de vida e no dia que saiu, assim como as meias, usou só no primeiro dia.
Levei toalhitas e levei também compressas e uma caixa de plástico com esperança de lhe conseguir meter água quentinha e não usar toalhitas mas, no hospital é tudo tão rápido que acabei por usar toalhitas. Quando cheguei a casa e percebi a diferença de temperatura duma toalhita para uma comprensa em água quente, tive pena da minha menina mas foi o que foi possível. Não se esqueçam mesmo das toalhitas porque não há no hospital, a minha colega do lado esqueceu-se e tiveram de ir comprar à pressa. Levei muita roupa suplente para além das QUATRO mudas completas, que usei todas, mas ela nunca se sujou a ponto de precisar de algo suplente.

No hospital também fornecem tudo para o banho do bébe no entanto, eu levei a toalha para a Maria se limpar, porque a Tia Vera fez questão de oferecer a primeira toalha onde a Sobrinha se iria limpar. As auxiliares colocam as banheiras e a água e depois vem uma enfermeira que pesa o bébe (todos os dias) e lhe dá banho no seu segundo dia de vida, ao terceiro dia do bebé, é a mãe que lhe dá banho. (a forma como me ensinaram é quase igual ao que a Paula Bilro ensinou, excepto na forma de virar para lavar de costas)

Uma coisa que aconselho a levarem caso não gostem de comida ensonsa: sal (muito importante) e algo para meter no pão se não quiserem estar sempre a comer queijo e/ou fiambre.
Levei também garrafas de água que podem ser compradas nas máquinas do hospital e que são fundamentais. A mim, dar de mamar, dá-me mesmo muita sede!!
O carregador do telemóvel e o telemóvel para quem o entender levar, nem que seja para servir de despertador. 
(no meu quarto consegui apanhar sempre internet do hospital)

E, no essencial, parece-me que é tudo mas, cada um sabe dos seus hábitos e necessidades portanto, pode haver sempre algo a acrescentar à lista.




domingo, 8 de abril de 2018

Como foi tudo? II

Adenda ao post anterior, três coisas:
- a última "tarefa" que cumpri antes da Maria nascer foi, antes de sair de Montemor, comprar o jornal do dia. Um dia, a Maria irá gostar de ler as notícias do dia do seu nascimento, comprei o Diário de Notícias. Obviamente que isto só será possível com uma cesariana marcada, no caso de parto natural, o pai pode sempre deixar a mãe e ir comprar o jornal na tabacaria ao lado do hospital!!
- levei a depilação feita nas virilhas, porque a tenho a já normalmente feita e fiz também na barriga, porque me disseram, por acaso, uns dias antes que tem de estar feita. Quando entrei para ser preparada, também me perguntaram se a da barriga estava feita, caso não estivesse, a enfermeira tinha tratado do assunto também.
- quando a Maria nasceu e depois de ser pesada e vestida e eu acordei, a Cláudia colocou-ma em cima do meu peito mas, só para eu a ver e pousarmos para a foto, não foi para mamar.

O cateter das costas foi-me retirado logo no recobro, portanto não fiquei quase tempo nenhum com ele. Comecei logo a receber a medicação por via intra venosa, mas, por exemplo, a colega que tive no quarto, de quarta para quinta-feira, teve-o sempre, com a famosa "bola" na ponta. Portanto, cada caso é um caso.
Quando cheguei ao quarto, sem dores e com a papá e a Maria, tudo me pareceu muito bem.
Não almocei, deram-me chá e bolachas.
Recebemos visitas logo às 16h.
Por volta das 17h, a enfermeira Cláudia veio conversar connosco, explicar algumas coisas, perceber se estava tudo bem e dizer que voltava para o turno da meia noite.
Às 18h é que foi duro!!! Foi a hora em que me levantei pela primeira vez: despiram-me a bata e vestiram-me uma camisa de noite do hospital, fui até à casa de banho para me lavar com água corrente e colocar DOIS pensos dos que fornecem no hospital que são como os do tempo das nossas avós e voltei para a cama. Doeu horrores, como devem imaginar. No entanto, há sempre enfermeiras a perguntar se temos dores, enquanto estamos a receber intra venoso, não deveremos ter dores e se tivermos, devemos dizer, pode ser que a medicação tenha de ser diferente. Quando estamos a receber medicação já só com comprimidos, nolotil e ben u ron, devemos alterná-los e tomar com o mínimo de 4 horas de intervalo. Devemos ter sempre medicação "a mais" connosco, as enfermeiras estão sempre a perguntar, portanto, não se deve deixar acabar.
O que é fornecido pelo hospital:
- fraldas dodot sensitive - outra coisa que eu não sabia: estas fraldas têm uma risca amarela que fica azul de cada vez que bébé faz xixi. Devem registar na vossa cabeça SEMPRE que o bebé faz xixi e cóco porque as enfermeiras perguntam e registam e é fundamental para eles que o façam, ao início o cóco é mesmo preto e cheira muito, muito mal. A Maria esteve mais de 24 horas sem fazer xixi e, nessas situações, se fizer só um pedacinho, esse pedacinho é muito importante, mas, se for pouco, a risca pode não mudar de cor, então, o que uma enfermeira fez foi colocar uma compressa na fralda e perceber se fazia mesmo pouco. Acabou por fazer uma pinguinha ao fim de muito tempo. O que quero dizer com isto é que não se devem fiar na mudança de cor da risca.
- resguardos
- pensos daqueles muito grossos
- compressas (poucas)
A minha cama era do lado da janela, portanto, tive sempre as minhas coisas junto à janela para não andar sempre de um lado para o outro e se for o vosso caso, ter fraldas, pelo menos, sempre à mão, é muito importante.
(continua)

sábado, 7 de abril de 2018

Como foi tudo?

A Maria nasceu de cesariana marcada, no Hospital de Évora.
Vou escrever este post sobretudo para as colegas da Preparação para o parto, e também para outras, para que fiquem a saber algumas coisas que eu só soube quando passei por elas, no entanto, cada caso é um caso e as mamãs quando têm os bebes também dependem do modo de actuar dos médicos e enfermeiros que cuidam de nós, não quer dizer que a forma como decorreu todo o meu processo venha a ser exactamente igual para outra mamã.
Como eu já disse, dia 26 foi o dia marcado para a cesariana da Maria, às 8h, estávamos junto ao segurança, na maternidade.
Quando fui chamada para entrar, levei apenas comigo: (por indicação do segurança) últimas análises, livro verde, primeira roupa da Maria (que vai para o bloco enrolada num resguardo do hospital, o saco onde estava a roupinha foi para o saco da minha roupa suja), a manta para enrolar a Maria e chinelos para mim, tal como nos ensinaram na PPP.
Depois, "prepararam-me": algaliaram-me, colocaram-me a soro, vestiram-me apenas uma bata azul e fizeram um questionário onde as questões eram sobretudo sobre o pai.
Quando chegou a hora fui, com uma enfermeira, pelo meu próprio pé para o bloco.
Chegada ao bloco, colocaram-me um touca e sentaram-me na marquesa, para levar a epidural. 
Mariquinhas como sou, a epidural não me custou nada embora o frio da sala e o nervosismo do momento não tivessem ajudado muito e acabei por entortar uma agulha, segundo o anestesista, que ralhou comigo. Logo que me colocaram o cateter e possível "conteúdo", senti a perna esquerda a ficar dormente.
De seguida, deitaram-me, colocaram-me um liquido, acho que betadine na perna e na barriga e perguntaram se estava a sentir igual em ambos os sítios e respondi que sim.
Depois, perguntaram se me estava a sentir bem, respondi que não e, a partir daí, pouco me lembro do que se passou a seguir.
Lembro-me que havia música, ouvia-se um CD do Oceano Pacífico.
Acordei, depois, ao som da música e do choro da Maria ah, e acho que do som do "agrafador".
Depois, a enfermeira e amiga Cláudia ajudou-me a voltar em pleno à realidade quando perguntou:
"Estás a ouvir o choro? É a Maria", pronto! Tinha acontecido e eu não tinha dado por quase nada.
(a minha tensão baixou ao início e deram-me medicação para adormecer)
Foi depois tempo de me levarem para o recobro.
Aí tive algo que me aquecia mas, o meu corpo tremida muito, explicaram-me, porque esta foi uma das coisas que não sabia, que era o útero a ir ao sítio. (pode haver mulheres cujo útero vá logo ao sítio ainda durante a cesariana e não passam por este tremor)
A Maria entretanto foi para o quarto com o pai mas, passado um tempo veio mamar, comigo ainda no recobro.
Não sei quanto tempo demorou a cesariana, sei que a Maria nasceu às 10h59, estive no recobro algum tempo e acho que fui para o quarto por volta das 14h.
(continua)

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Não me responsabilizo!!

Dia 6 de abril é dos melhores dias para reiniciar os posts aqui no blog uma vez que é dos melhores dias para falar de amor.
Faz hoje 7 anos que nasceu uma linda menina de seu nome Sara.
E porquê todas estas ligações?
Porque a Sara é fruto de um grande amor e foi uma menina muito desejada. Mas, esta ligação vem sobretudo porque foi a mãe da Sara que, ao longo destes 7 anos, e até antes da Sara nascer, me tentou explicar o é o amor de e por um filho.
Ela dizia-me muitas vezes: "é muito bom, vais ver e, sobretudo, quando os filhos se agarram a nós e dizem: mamã gosto muito de ti, isso então é o melhor de tudo".
Eu dizia que sim que ela era capaz de ter razão e que eu talvez um dia fosse partilhar dessa opinião.
Eis então que a 9 de agosto deste ano descobri que estava grávida.
Pois bem, a partir daí, foi surgindo o amor por um ser, devagarinho, muito devagarinho, tão devagarinho que até fazia confusão. Para aqueles que ainda não experimentaram, acreditem, não é fácil amar um ser que ainda não vimos, embora tenha sido gerado por nós e dentro de nós. 

Dia 26 de março, a Maria nasceu.
Mais uma vez, nessa mesma manhã, surgiram os conselhos sábios da experiente mãe da Sara e minha amiga, pois, nessa manhã de um um dia bonito, eu ia passar a ser a mãe da Maria.
Foi uma verdadeira e única emoção quando acordei e ouvi a Maria chorar, mais emocionante ainda foi quando a amiga e enfermeira Cláudia a colocou em cima de mim, ouvia-se música de um CD do Oceano Pacífico, apesar do momento mágico, não me vou esquecer que no bloco operatório se ouvia música de bom gosto.

Portanto, passados 11 dias, venho, por este meio informar que não me responsabilizo por qualquer atitude que eu possa ter em função de um ser que, dia 26, transformou a Susana em "mãe da Maria", pois, o amor por um filho é inexplicável e um pai e uma mãe fazem tudo o que for preciso pelo ser que geraram em conjunto e que querem que seja o mais feliz possível por toda a sua vida.



Biografias

Se há pessoa que gosta de biografias, essa pessoa sou eu. É dos meus tipos de livros favoritos, embora não tenha muitos.  Descobri este...